Instalação Automática do W2000

Válido para todas as versões de W2000

A instalação do Windows 2000 (qualquer versão) tem uma forma automática de ser feita. Para além da instalação "in loco", com a utilização do CDROM ou através de um servidor de ficheiros com partilha do directório I386 (no caso de plataformas intel), a instalação pode ser automatizada para posterior implementação em diversos computadores com um mínimo de esforço.

Note-se que cada instalação do Windows 2000 requer um tempo, digamos, custoso! Por exemplo, para um PIII415 Mhz, com 128 Mb de SDRAM, e um disco de 4 Gb IDE, a instalação do Windows 2000 Advanced Server fica-se pelo modesto tempo de uma hora - e tudo isto sem contar com a promoção do servidor a Domain Controller (quer dizer, instalar a Active Directory). Agora imaginemos este tempo todo para uma dúzia ou mais de computadores a necessitar da nossa presença!

Assim sendo, podemos automatizar uma instalação "universal" a partir de uma primeira instalação inicial, de forma a que as outras instalações não necessitem da nossa intervenção directa.

O Windows 2000 vem apetrechado de uma ferramenta com este propósito: o Setup Manager (Setupmgr.exe) existente no CDROM do Windows 2000 em \Support\tools\deploy.cab. Será necessário fazer a descompactação desta pasta para o disco rígido, ou para uma disquete. 

Esta ferramenta já existia no Windows NT4...já agora, nessa versão também existia o Sysdiff.exe que servia para tirar "fotografias" ao sistema antes e depois de se instalarem as aplicações. O resultado seria a diferença entre o sistema operativo somente e o mesmo com todas as aplicações instaladas. Assim, após correr uma instalação automática do Windows NT4 bastava aplicar essa diferença de imagem para a instalação das aplicações...o Sysdiff no Windows 2000 acabou, agora temos o Windows Installer para instalação de aplicações MSI com a ajuda das Policies...

...Mas voltemos ao Setup Manager...

O facto de se poder utilizar este programa em disquete é bom, embora não nos devamos esquecer que serão necessários dois ficheiros: o setupmgr.exe e o setupmgx.dll.

Executando o Setupmgr.exe, abre-se um Wizard da automatização do Windows 2000 com três opções:

  1. Windows 2000 Unattended Installation
  2. Remote Installation Services Install
  3. Sysprep Install

Mas o que são e que fazem estas opções?

1) Windows 2000 Unattended Installation

Nesta opção é criado um ficheiro, por defeito chama-se unattend.txt, o qual permite fazer a instalação automática do Windows 2000, qualquer versão. Neste ficheiro de texto estão especificados todos os componentes da instalação, incluindo a aceitação da licença de utilização do Windows, o seu número de registo, e todos os dados relacionados com o computador/localização onde a máquina vai ficar, como por exemplo, protocolos de rede, seu nome, etc...

Durante todo o Wizard definem-se as características da máquina, com todos os componentes que referi anteriormente, e na parte final da configuração existe a possibilidade de indicar se a instalação será feita através do CDROM do Windows 2000 ou se será através de alguma pasta partilhada num computador qualquer, sendo que a instalação do I386 (no caso de plataformas intel) deve ocupar cerca de 350 Mb extra de espaço em disco.  

Agora existem duas possibilidades: ou a instalação do Windows 2000 é para ser feita numa máquina nova, sem sistema operativo algum, ou é para ser feita numa máquina que já tem o Windows, seja ele 98 ou NT ou mesmo 2000.

No primeiro caso, "instalação limpa", se se precisar de aceder a um computador remoto para aceder à pasta partilhada I386, será necessário arrancar o computador com uma disquete de MsDos (também serve a do Windows9X) onde deverão estar carregados drivers da placa de rede existente.

No segundo caso, "instalação de upgrade", tudo se torna mais simples, pois a rede já lá existe, isto é, já se acede à pasta partilhada I386 no computador remoto. Assim sendo, numa simples janela de Command Prompt basta executar o comando...

Em qualquer dos casos, se a pasta I386 existir no disco de cada computador a instalar então não existe problema, é só executar o comando...

...E qual deve ser o comando a executar?

Juntamente com o unattend.txt é criado um ficheiro chamado unattend.bat. Estes dois ficheiros são os que serão necessários estar presentes nos computadores novos a instalar. Podem ser copiados para uma disquete e executados a partir da mesma. O comando a executar é o ficheiro unattend.bat, o qual tem comandos específicos para aceder ao computador remoto, se for o caso, e para fazer uma leitura das especificações no unattend.txt.

Poderá ser necessário modificar este batch file por forma a alternar o caminho dos ficheiros e mesmo o executável, que pode estar como se fosse uma versão de upgrade (Winnt32.exe) ou uma versão limpa (Winnt.exe). 

A linha de comando para instalação que deve figurar no ficheiro unattend.bat é a seguinte:

Instalação limpa (no caso de se ter no computador apenas o MsDos ou o Win3.11)

Winnt /U: <answer file> /S:<install source> /T:<target drive>

Instalação de upgrade (no caso de se ter no computador o Windows9X/NT/2000)

Winnt32 /Unattend: <answer file> /S:<install source>

em que o answer file é o nosso unattend.txt, o install source é o caminho para a pasta I386, local ou remota, e target drive é a partição onde se deseja instalar o Windows, mas apenas em instalações limpas (será útil no caso de se necessitar de duplo sistema operativo para colocar o segundo sistema numa partição diferente).

Note-se que uma instalação limpa não significa necessariamente que o computador não tenha sistema operativo algum! Poderá ter até o Windows 98...mas em qualquer sistema que tenha, se se arrancar o computador através de disquete de arranque, a instalação do Windows 2000 passa a ser uma instalação limpa.

2) RIS Install

Esta opção de instalação remota torna-se interessante a partir do momento em que existe na rede um DNS Server, um DHCP Server, Active Directory instalada, e um RIS Server; mas apenas permite fazer a instalação do Windows 2000 Professional.

Se o computador a instalar tiver uma placa de rede "de arranque", em que a BIOS dessa placa suporta a tecnologia de arranque remoto baseado num server DHCP (Pre-boot Execution Environment (PXE) DHCP-based remote boot technology), ao ligar esse compuatador vai haver um contacto com um DHCP Server na rede o qual irá fornecer um endereço IP para esse máquina.O DNS Server encarrega-se de resolver esse endereço IP para um nome de máquina. O RIS Server encarrega-se de descarregar no cliente a instalação do Windows 2000 Professional. E tudo isto apenas se a Active Directory estiver instalada. É portanto, uma tecnologia centralizada de distribuição remota.

No caso do computador cliente não ter uma placa de rede PXE pode-se sempre fazer uma disquete de "arranque", denominada de Remote Installation Services Boot Disk, através do executável Rbfg.exe (Remote Boot Disk Generator) através de Start\Run\Rbfg.exe.

Mas atenção, para usar este utilitário a placa de rede tem de ser PCI ou AGP, além de ter de fazer parte da lista de placas existente no mesmo aplicativo...realmente, quando a esmola é grande!...

3) Sysprep Install

System Preparation Tool...basicamente serve para criar uma imagem de um computador previamente instalado para posterior implementação da mesma noutros computadores. A imagem pode ser sobre qualquer versão do sistema operativo Windows 2000.

Esta ferramenta retira o Security ID (SID), único para cada computador, da imagem criada possibilitando futuras instalações sem interferir com máquinas já existentes na rede.

Dois pontos que se devem ter em conta são que o Sysprep funciona só se o computador for membro de um grupo de trabalho e não de um domínio; o outro facto é que o Sysprep não funciona num computador configurado com serviços de Cluster ou com serviços de Certificate.

Não esquecer também que este tipo de instalação é totalmente viável apenas se a imagem criada for para ser instalada em máquinas equivalentes, incluindo o mesmo HAL e o mesmo tipo de discos. Por exemplo, se a imagem criada for sobre um computador que utilizada um disco IDE essa imagem não pode ser colocada num computador que use um disco SCSI.

 

Em relação à preparação destas três opções de instalação automática do Windows 2000 existe sempre a possibilidade de executar determinada operação após a instalação do Windows 2000 no cliente, também ela automática. Esta operação pode ser até de pacotes de software, quer dizer, a execução de algum ficheiro com extensão MSI que permitirá a instalação desse software

Para um administrador de redes estes conceitos são muito bons, e espero que não fiquem apenas pelos conceitos. Experimentem mesmo!

 

Active Directory : Conceitos e Instalação

Vamos pensar na Active Directory como sendo uma ferramenta que permite o manuseamento centralizado de toda a rede de computadores, incluindo a organização e controlo da mesma. Aqui o utilizador não se preocupa com a localização física de cada objecto, seja ele algum utilizador, impressora, computador,..., pois estará sempre disponível nesta rede global, apesar de poder estar em domínios diferentes em localizações remotas distantes.

Sendo assim, a Active Directory é um serviço organizacional onde todos os controladores de domínio (DC) actuam como pontos (peers) e todos os recursos são objectos. Existe comunicação interna entre todos os DC por forma a que qualquer utilizador possa aceder normalmente a uma impressora existente num ponto oposto do país, por exemplo.

Tecnologias

Esta estrutura funciona baseada em tecnologias tais como: TCP/IP, DHCP, DNS, SNTP, LDAP, LDIF, Kerberos, X.509.

Não querendo aprofundar muito o que cada uma delas faz devo, no entanto, salientar alguns pontos interessantes:

Resumindo, a Active Directory está concebida para uma tecnologia global, fazendo com que o caminho entre internet e intranet seja praticamente inexistente.

Convenção de nomes

Existem algumas convenções de nomes na Active Directory. Isto vai permitir procurar recursos pela forma que melhor se desejar.

Estrutura Lógica: Organização dos Recursos de Rede

A Active Directory baseia-se numa estrutura de fácil compreensão e manuseamento, incluindo:

  1. Domains
  2. Organizational Units
  3. Trees
  4. Forests
  5. Schema

Domains

Cada domínio é independente dos outros em termos de administração, a não ser que o administrador em questão tenha permissões suficientes para actuar noutros domínios.

A replicação entre domínios é automática. Todos os Domain Controllers (DC) participam na replicação e quando qualquer alteração é feita num domínio, de imediato é replicada para todos os outros. 

Como disse anteriormente, todos os DC's actuam como pontos na rede, replicando-se automaticamente, por isso é criado em cada DC um directório que é partilhado por todos, o %Systemroot%\Sysvol. Mas atenção, a partição que albergar esta pasta tem de estar em NTFS.

 

Existem dois modos de domínio: o Mixed e o Native. O Mixed assegura a compatibilidade com DC's em Windows NT. É o modo instalado por defeito na instalação da Active Directory. Quando todos os DC's forem apenas Windows 2000 pode-se converter para o modo Native. Ainda assim podem coexistir Member Servers e Client que não sejam Windows 2000. 

No modo Native existem potencialidades maiores, como por exemplo a possibilidade de criação de grupos universais. Note-se que esta mudança não tem retorno. Uma vez alterado o DC para Native nunca mais se poderá voltar ao modo anterior!

 

Organizational Units (OU)

As OU são objectos que são usados para organizar outros objectos dentro do domínio. Uma OU contém objectos, tais como users, groups, computers, printers, e outras OU.

Pode-se criar uma OU baseada em departamentos. Por exemplo, poderia ficar um departamento para a informática e outro para recursos humanos. Também se podem criar OU baseados em localização, por exemplo uma OU para o Porto e outra para Lisboa. E porque não misturar tudo?...

As OU são independentes de qualquer domínio externo, sendo que a sua organização é administrada no domínio que reside. Contudo pode delegar-se controlo administrativo às OU ou aos objectos lá existentes. Na primeira, dá-se permissão à OU e aos objectos nela contidos para determinado user ou group. Este controlo pode ser total ou limitado a determinadas acçções dentro da OU. Na segunda, dá-se permissão sobre determinado objecto dentro da OU a determinado user ou group.

Com esta organização, utilizando o Windows 2000 não é necessário mais ter domínios com multiple master (vários PDC com trusts para utilização dos recursos uns dos outros) como acontecia do Windows NT. Agora basta ter um só master organizando tudo dentro dele em OU.  

Não esquecer que no Windows NT a base de dados era permitida apenas para cerca de 40000 objectos, ou seja, cerca de 40 Mb. Por isso, para organizações grandes seria necessário criar uma estrutura de domínio com multiple master, que é uma estrutura com diversos PDC (e BDC) em que confiam uns nos outros permitindo utilizar recursos uns dos outros. Agora, no Windows 2000, isso é irrelevante pois a Active Directory permite utilização infinita de objectos (depende apenas do hardware utilizado).

Tree e Forest

A Active Directory baseia-se numa estrutura de árvore (tree), em que cada árvore é composta por um domínio principal único. Sendo assim, qualquer DC inserido nessa árvore será "filho" do domínio lá existente. Numa árvore todos os computadores "filho" têm o nome do "pai" incorporado, ou seja, são objectos do mesmo (e é por isso que os nomes seguem a topologia DNS).

Os nomes são compostos pelo nome do filho seguido do nome do pai (é um nome DNS), separados por um ponto. O último elemento da cadeia, o pai de todos, é representado por um ponto. Temos o seguinte exemplo:

DC existente: w2000.domain.pt (podemos representar com um ponto no fim: w2000.pt.)

DC a adicionar: teste.domain.pt (em que teste é o nome do novo DC e domain.pt. é o nome do domínio existente).

O primeiro domínio que se cria é o Forest Root Domain, o qual contém a configuração e o schema para a floresta.

Um conjunto de árvores dá origem a uma floresta onde internamente se conhecem mas os nomes de uma árvore não entram na filiação da outra.

Entre árvores existem relações de confiança mútua (Two-way transitive trusts), por isso a replicação entre os DC é automática. Já se existir um DC com Windows NT4 apenas o do Windows 2000 confia automaticamente no Windows NT (One-way Non-transitive trust). Evidentemente que manualmente se poderá modificar tudo.

Schema

O Schema contém as definições de todos os objectos que são guardados na Active Directory.

Existem dois tipos de definições no Schema: classes e atributos. Cada classe é uma colecção de atributos. Cada atributo é definido uma só vez e pode ser usado em múltiplas classes (por exemplo, a Descriçao, a Localização...).

Os utilizadores podem encontrar objectos na Active Directory através da pesquisa dos seus atributos. Por exemplo, pode-se localizar uma impressora na rede através da pesquisa do atributo Localização.

Existe apenas um Schema para toda a floresta, como vimos anteriormente. Está no Forest Root Domain mas é replicado para todos os DC. Assim, quando são efectuadas modificações ao Schema, estas são de imediato replicadas para todos os DC na floresta.

O Schema é guardado na base de dados da Active Directory (Ntds.dit) localizada em %Systemroot%\Ntds.

 

Estrutura Física: Configurar e Manusear o Tráfego na Rede

A estrutura física da Active Directory é composta por Sites e por Domain Controllers.

Sites

Um Site é uma combinação de uma ou mais subnet de endereços IP que estão ligados por uma ligação de alta capacidade - dentro do site. A ligação entre sites pode ter ligações fracas.

Um site pode conter vários domínios e um domínio pode conter diversos sites. E para criar sites é necessário ser membro do grupo Enterprise Admins.

Dentro do Site

A replicação dentro de um site é automática enquanto que entre sites é manual, embora se possa modificar isso. Como vimos anteriormente, dentro do mesmo site é suposto a ligação entre DC ser rápida. Logo, todo o tráfego que circula na replicação é não comprimido. Isto torna uma maior necessidade de largura de banda mas diminui o impacto a nível de processamento.

Mas como funciona a replicação num site?

Existe a chamada Change Notification, ou seja, qualquer objecto modificado na Active Directory num tempo útil de cinco minutos é enviado um sinal - uma notificação - aos outros DC's por forma a avisar que houve mudanças no objecto. Quando estes recebem a notificação copiam as alterações do DC original. Se não houver alteração de objectos, a cópia de dados ter-se-á de hora a hora por forma a não perder de facto qualquer dado.

Entre Sites

Entre sites, a ligação é fraca (é de notar que uma ligação pode ser fraca para determinado administrador de uma rede e não o ser para outro); assim sendo, todo o tráfego é comprimido antes de ser enviado. Isto diminui de facto em cerca de 15% a largura de banda necessária mas implica um maior poder de processamento por parte dos DC's.

Por outro lado, não existe notificação. A replicaçção é de facto manualmente configurada para determinado intervalo de tempo, através das "variáveis" Schedule e Interval...

Se existirem três ou mais sites interligados, existem os chamados Site Link Bridges. Uma bridge faz a ligação em dois pontos, logo um site link bridge liga dois sites. Significa, então, que se existirem três sites terão de existir dois site link brigdes com custos acumulativos, isto é, terá o custo do primeiro link adicionado ao custo do segundo link.  

Os protocolos de comunicação na replicação dentro do mesmo site utiliza RPC sobre IP. Entre sites diferentes utiliza o RPC sobre IP igualmente, ou SMTP mas, neste caso, os DC's além de pertencerem a sites diferentes têm de pertencer a domínios diferentes.

Nota: Na Active Directory Sites and Services, o protocolo dentro do mesmo site é especificado como RPC; entre sites é denominado de IP. Seja indiferente a isto pois é a mesma coisa.

Quando se cria o primeiro DC em Windows 2000, a Active Directory Installation cria uma estrutura física que consiste num único site chamado Default-first-site-name, que pode ser renomeado. O DC fica ligado a este site assim como todos os outros DC's criados posteriormente, ou seja, o site inicial contém todas as subnet por defeito. Mais tarde pode-se mover determinado DC para outro site e estabelecer as ligações entre os sites.  

Como criar sites, site links,site link bridges, mover objectos server de um site para outro site, conexão entre eles e criação de Global Catalo Server  ver artigo sobre criação de sites, links, bridges, conexão entre sites, mudança de server para outro site, no tópico network em Windows 2000.

Domain Controller (DC)

Um Domain Controller é um computador com Windows 2000 Server, ou superior, que guarda uma réplica da Active Directory. Dessa forma, se existir qualquer modificação de qualquer objecto será imediatamente replicada para os outros DC's.

Num domínio, que pode ter mais que um DC, todos eles têm a mesma cópia do directório da Active Directory, salvo em determinados momentos em que houve alteração e a replicação ainda não se efectuou.

É o DC que controla as validações dos utilizadores bem como as procuras de qualquer objecto na rede.

O primeiro DC criado na Active Directory é o Global Catalog Server. Isto implica que exista apenas um Global Catalog Server por floresta, por defeito. Este servidor funciona como um repositório de informação global de atributos para todos os objectos na Active Directory. Será útil configurar outros DC's para serem Global Catalog Server para balancear a autenticação dos utilizadores no "logon", e até no caso de algum destes servidores estar "em baixo", e para qualquer tipo de pesquisa dos mesmos, diminuindo o tráfego na rede - se na floresta existirem duas árvores, deve ter pelo menos dois Global Catalog Server em cada árvore. Não esqueçamos que estas validações dos utilizadores no Global Catalog Server são válidas apenas se a rede estiver em modo Nativo.

Para criar o Global Catalog Server noutro DC seguir as instruções seguintes:

Mas o que acontecerá se por lapso ainda só existir um Global Catalog Server na floresta?

Estando em modo Nativo, quando um user se "loga" num domínio, o Global Catalog Server tem toda a  informação global dos membros pertencentes à rede, os quais fornece ao DC que vai validar o utilizador. Assim, se o Global Catalog Server não está presente quando o utilizador inicia o processo de logon e o utilizador esteve ligado previamente nesse domínio, o Windows 2000 utiliza credenciais existentes na cache para logar o utilizador. Se o utilizador não esteve logado previamente nesse domínio poderá apenas logar-se localmente no computador. 

Nota:Quando o utilizador é membro do grupo Domain Admins pode logar-se sempre na rede mesmo que o Global Catalog Server não esteja presente.

O Global Catalog Server é necessário estar presente quando o utilizador se loga com o UPN, e o DC onde se autentica não tem conhecimento directo desse account. Por exemplo, o utilizador Jorge Gomes, cujo account está em W2000.pt, quando deseja utilizador um compuatdor que está no domínio porto.w2000.pt logar-se-á nesse domínio como Jgomes@w2000.pt. Se o domínio porto.w2000.pt não conseguir verificar a autenticidade deste UPN terá de contactar o Global Catalog Server para completar o processo de logon.

Numa rede com um simples domínio, o Global catalog Server não é necessário para o processo de logon porque todos os DC's contêm a informação necessária.

 

Instalação da Active Directory

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Conserve Energia no seu Computador

O computador usa um valor de energia alto para manter o funcionamento do disco. Alguns discos atingem valores muito superiores a 10000 rpm, por isso não é de estranhar que uma grande percentagem de energia do computador vá para ele.

Para conservar energia pode-se configurar o disco para ficar num estado de quase hibernação se não for usado por algum tempo (predefinido).

Para fazer isto deve:

Este procedimento apenas abranda a performance do computador quando o monitor e/ou o disco voltam à acção normal, quer dizer, quando o utilizador toca em alguma tecla por exemplo.

 

Hibernação

Tendo por base o procedimento anterior e estando ainda na janela do Power Options, temos uma divisória onde diz Hibernate. Por defeito está desactiva.

Isto serve para fazer com que ao desligar o computador, no Start/Shut Down, se possa escolher em vez de Shut Down a opção Hibernate, ficando assim guardadas todas as janelas e aplicações que estavam abertas antes do computador ser desligado.

Pode ser bastante prático, embora obrigue a desperdiçar algum espaço em disco devido à hibernação!...

Se activar a hibernação poderá mais tarde verificar que foi acrescentado um item às propriedades do Power Options no Power Schemes: a frase onde diz "System Hibernates". Repare-se:

Neste caso foi seleccionado "after 3 hours", o que significa que o computador ao fim de três horas sem actividade vai entrar num estado de hibernação, quer dizer, vai desligar-se com todas as janelas que estavam abertas sem perder os dados! Qualquer programa que estivesse aberto com determinado documento aberto antes da máquina se desligar, após o arranque normal da mesma será reposto!

Muito bom e prático!

 

Mudar as Propriedades do Display Sem Fazer Restart

As propriedades do Display do Windows podem ser mudadas facilmente mesmo sem fazer restart, quer dizer, sem obrigar o utilizador a desligar e ligar o computador.

Para tal:

A partir de agora podem ser mudadas as cores do Windows, resolução,..., sem fazer restart ao computador. Poderá haver necessidade de se fazer mesmo um restart, no caso da mudança efectuada não funcionar bem sem o fazer.

 

Controlar o Volume de Som Facilmente

Para colocar acessível o controlador de volume de som na sua barra de tarefas (por outras palavras, colocar o símbolo de um altifalante amarelo no canto inferior direito) deve fazer o seguinte:

Já com o icon na barra de tarefas, se desejar ajustar o volume do som basta clicar uma vez nesse icon e subir ou descer a barra controladora.

Se preferir controlar propriedades mais avançadas terá de clicar duas vezes no icon e fazer as mudanças necessárias.

 

Criar Disco de Arranque

Inserir uma disquete formatada no drive de disquetes e inserir o CD-ROM do Windows 2000 no leitor de CD-ROM. Precisará de quatro disquetes 3.5 formatadas, com capacidade de 1.44 Mb cada. Deverá etiquetá-las de "Setup Disk 1", "Setup Disk 2", e por aí fora.

Clicar em Start e depois em Run. Escrever na caixa o seguinte comando, substituindo a letra d pela letra da drive do seu CD-ROM e a letra a pela letra do seu drive de disquetes:

d:\bootdisk\makeboot.exe a:

Seguir as instruções que se seguem.

Nota: Os Startup Disks são usados para começar o Setup do Windows se não for possível aceder ao seu disco físico. Os Startup Disks contêm informação diferente do Emergency Repair Disk.

Nota: Estes discos podem ser criados a partir do MsDos, isto é, arrancando o computador através de uma disquete com o dito sistema operativo, o que pode ser útil se o W2000 não funcionar.

 

Obter resposta imediata às Queries com o Indexing Service

Por defeito, o Indexing Service apenas indexa quando as aplicações e os periféricos não estão a ser usados. Se clicar ou mover o rato a indexação pára por alguns minutos. De igual forma, se houver mudanças no disco o Indexing Service não indexará esse conteúdo pelo menos nos próximos cinco minutos. Isto pode ser mau se necessitar de fazer uma query a um ficheiro que se acabou de mudar.

Para indexar o mais rápido possível:

Neste momento, qualquer ficheiro modificado será indexado em alguns segundos apenas.

 

Instalar a Recovery Console como opção no Startup do Windows

A Recovery Console é uma ferramenta do Windows 2000 que possibilita uma opção nova no arranque do Windows por forma a que se possa aceder ao sistema numa janela em formato Ms-Dos e que se possa tentar recuperar esse mesmo sistema (parar algum serviço que esteja a dar problemas por exemplo).

Quando estamos numa rede W2000, com a Active Directory instalada, será utilizado o user de administrator e a respectiva password, mas será um user único, apenas da máquina, que se colocou aquando da instalação da Active Directory...(não esquecer que na altura da instalação do dcpromo.exe - serve para promover o computador e instalar a Active Directory - o administrador local da máquina bem como os utilizadores lá criados deixam de existir, passando a serem utilizadores globais...)

Para instalar a Recovery Console como opção no arranque do Windows:

Para correr a Recovery Console num sistema que não arranca normalmente:

Para apagar a Recovery Console:

 

Verá que vale a pena!

 

 

Por: Jorge Gomes

Microsoft Certified Systems Engineer